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Ontem estive com minha esposa no Mousse Cake Café. A chuvinha que caía mais o fato de ser segunda-feira, quando praticamente todos os bons restaurantes estão fechados, nos fez escolher o Mousse para passar um bom final de tarde juntos e comemorar nosso aniversário de casamento.

Como sempre acontece comemos muito bem. É incrível o padrão de qualidade que o Mousse oferece. Mesmo que um prato não seja surpreendente, tudo é bom, bonito e gostoso.

O legal é que mesmo não sendo um local barato para os padrões da cidade, as porções são muito bem servidas. Dá pra dividir com o parceiro tranquilamente e ainda pedir um monte de coisas diferentes para experimentar.


Comi um sanduíche de rosbife, queijo maasdan, rúcula e tomate. Uma delícia. Tão bom como o de linguiça que eu já tinha comido por lá.

Comi também uma torta de bacalhau. Com massa-podre tipo empada, chegou bem quentinha, gostosa, mas sem surpreender. Esperava um pouco mais.

Para finalizar tomei um ótimo café espresso tirado na máquina high-tec que tem lá e que eu acho o máximo pelas suas luzes e letreiro digital. Acompanhando, um pedaço de bolo de nozes que estava divino. As nozes presentes também na massa super leve e os cremes muito saborosos. Uma textura e sabor incríveis. Pedi um pedacinho pra experimentar da minha esposa e acabei comendo quase que a farta fatia inteira. E olha que quem me conhece sabe eu não gosto de nozes…

Mousse Cake Café
Pça Boa Ventura Ferreira da Rosa (na Av. Itatiaia), 242
Fone: (16) 3623.2234
Rua João Penteado, 1481
Fone: (16) 3931.4538

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Já falei aqui da Cantina 605 mas não posso deixar de comentar aqui que estive lá novamente neste último fim de semana e experimentei um prato saborosíssimo, talvez o melhor que eu já comi lá.

Seguindo uma das indicações do cardápio (especalidades da casa), pedi um Leitão a Mineira (acho que é este o nome). MA-RA-VI-LHO-SO! Carne suculenta e sequinha, com pele pururuca. Couve passadinha na hora, no ponto. Um tutu de feijão divino, com uma pimentinha no ponto certo.

Meu amigo, se não experimentou ainda, corre pra lá agora!

Quinta-feira passada rolou uma espécie de teste-pré-inauguração do novo restaurante japonês de Ribeirão, o Ie. Tendo como um dos sócios meu chará e amigo Daniel “Tonelada” Nogueira, não pude recusar o convite dele para estar presente ao evento.

O lugar impressionou a todos. As mesas são distribuídas em uma área ampla, parecendo um jardim japonês. Segundo me explicou o arquiteto responsável por conceber o local, a idéia é que cada mesa esteja posta como se estivesse em um ambiente restrito. Ficou muito aconchegante. Tem lago, muitas plantas, iluminação indireta, mesas e cadeiras rústicas. Tem também um bar com cadeiras altas, ou seja, muito legal!

[Fotos de celular: vistas da minha mesa]

Achei o restaurante ideal para os dias quentes da nossa cidade, que casado com a comida típica japonesa, com certeza fará imenso sucesso. Acho que o único ponto complicado será os dias de chuva. É bastante excasso o número de mesas em ambiente coberto. Ai já viu. Dá uma chuvinha a mulherada já corre de medo do estrago em suas escovas e chapinhas! Hehe…
Com relação a comida não quero fazer maiores comentários pois o serviço estava um tanto confuso (como disse foi um dia reservado aos amigos, apenas para teste) e não deu para comer direito não… Deu para perceber o frescor dos ingredientes, o que acho já ser um enorme começo para um restaurante que serve em sua maioria peixes crus. Comi um sashimi de um peixe branco que foi algo impressionate. Muito fresco e saboroso. Mas bem, com certeza vou voltar lá após a inauguração oficial e comento aqui no blog o que achei da comida, ok?

[Foto da entrada]

Ie Lestoran Japonês
Av. José Adolfo Bianco Molina, 2115.

Viram que o Estância do Saladero no Ribeirão Shopping fechou? Bem, quem esteve no restaurante sabe bem o porquê… Não vai fazer nem um pingo de falta! Hehe…

Depois de alguma ausência devido as festas de final de ano aqui estamos nós novamente falando de comida e afins.

Nestas festas nada de muito especial, gastronomicamente falando, apenas o básico de chesters, perus e etc. Mas apesar disso, experimentei pela primeira vez utlizar o Couscous marroquino. Este produto que não é muito conhecido aqui no Brasil, é extremamente popular em outros países, como na Europa, por exemplo. Eu mesmo o conheci quando fui morar na Inglaterra. Já o tinha visto a venda algumas vezes, mas nunca tinha me aventurado a cozinhar com ele.

A verdade é que fiquei com a misão da “salada”na ceia de natal de minha família. Como o óbvio nem sempre é algo que combina comigo, nas minhas reflexões do que eu poderia fazer de diferente, lembrei do couscous, que é leve e um ótimo ingredinte em saladas.

No final resolvi por uma receita simples, com tomates-cereja e ervas para dar sabor e aroma fresco (o natal em Ribeirão tava muito calor, como sempre!). Como o prato principal seria uma receita de minha mãe a base de filé mignom, achei que uma salada desta com folhas seria uma boa pedida.

[Resultado final da minha salada de couscous, tomates-cereja e folhas]
A salada ficou uma delícia, apesar de ter sentido um certo pré-conceito dos meus familiares, que o provaram demonstrando alguma estranhesa… rs…
Mas a verdade é que gostei da experiêcia. O couscous marroquino é muito versátil, e possui textura única. Em breve vou testá-lo como acompanhamento em algum prato quente.
Pra quem não conhece e quer experimentar, trabalhar com o couscous é muito fácil, basta hidratá-lo. O preço é meio salgado, mas uma caixinha rende bastante.

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