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Chegou minha vez de experimentar o frozen iorgute da Yogoberry.

É realmente leve e refrescante. É gostosinho. Não acho que substitua um sorvete tradicional, se esta for a sua vontade. É algo um pouco diferente.

O smoothie, que é o iogurte batido com frutas, deve ser mais interessante. Infelizmente não experimentei.

O produto combina com o Rio de Janeiro. Eu experimentei o gelado na loja do Barra Shopping, ponto que não tem nada haver com o produto. É produto de verão, para ser consumido em lugar aberto, no calor. Para o depois da praia me pareceu perfeito. Portanto, prefira a loja de Ipanema.

O meu custou R$ 10,00: copinho médio com três coberturas. Sem cobertura custaria R$ 8,00, mas o produto não é nada sem coberturas (começa em R$ 6,00, copo pequeno, sem coberturas). Achei caro. O sensacional sorvete do Mil Frutas (que também é caro), começa em R$ 7,00 e não carece de nenhum outro complemento.

Agora, considerando que a loja estava lotada de gente e vendendo sem parar, desconsidere as minhas restrições ao produto. É melhor você ir até uma loja e ter sua própria experiência…

Yogoberry
Barra Shopping e
Rua Visconde de Pirajá, 282, Ipanema
Fone: 3281 1512
Foto do site da Yogoberry. Coincidentemente tomei um igual a esse ai.
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Um dos meus lugares preferidos para almoçar aqui no centro do Rio de Janeiro é o Tarantino. É com certeza uma das melhores relações de custo-benefício das redondezas. Prova disso é a fila que se forma na hora do almoço.

O lugar é bem agradável, amplo, e os pratos servidos no sistema a la carte. O serviço é ágil mas a lotação da casa o torna um pouco confuso e apressado demais. Tudo isso combinado com o sistema online de pedidos faz com que não seja possível alterar os acompanhamentos dos pratos do dia.

O que mais gosto é que há boa criatividade nas opções do cardápio, principalmente no menu do dia. Geralmente fico bem indeciso na hora da escolha. Um prato com bebida não alcoólica e 10% do serviço não costuma ultrapassar os R$ 30,00. Com certeza um bom preço para o Rio.

Minha experiência no Tarantino é de comida saborosa, em fartas porções. Já experimentei vários pratos e a maioria deixou boa impressão. A execução nem sempre é perfeita, talvez pelo volume de refeições servidas, mas não chega a comprometer a restauração.

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É, com certeza, uma boa opção para almoço na região central da cidade. A foto ai de cima foi tirada em um dos melhores dias meu lá. Trata-se de espaguete bicolor com primavera de legumes (no ponto perfeito, crocantes) acompanhado de salmão e outros frutos do mar grelhados, todos no ponto exato de cocção. Prato leve e saboroso!

E você, conhece o Tarantino? O que acha?

Tarantino
Rua Senador Dantas 55, Centro
Também na Rua do Rosário, Centro

capaTemporal

Ao provar da deliciosa mostarda caseira que meu novo colega de trabalho, Marcos Temporal, carinhosamente levava para nossa degustação nos intervalos do curso para novos empregados, percebi que eu tinha ali um companheiro com quem tinha muito o que conversar.

Mal sabia eu que era muito mais que isso. Temporal vem de uma família PhD no assunto, e seu pai, em particular, um especialista em vinhos e gastronomia franceses.

Foi quando Marcos me emprestou seu exemplar do livro que o Temporal pai escreveu: “Bom Tempo na França”, Amaury Temporal (Ed. Record).

O Livro narra uma série de viagens de Amaury pela França, onde o objetivo era passar as férias desvendando a cultura gastronômica de uma região do país através do contato com produtores, visitando feiras livres, bistrôs, entre outros.

A estratégia é sempre a mesma: locar uma casa em uma cidade ou vilarejo na região que se queira conhecer e explorar toda a área em um raio de 30 kg. Temporal nos relata particularidades que só uma experiência de vivência e de contato com o povo local pode dar.

O livro é uma grande viagem pela França e uma delícia de ler. Acho que é obra indispensável para qualquer turismo naquele país, especialmente se o objetivo for vivenciar dos vinhos e da gastronomia local. É também diversão de primeira para gourmets, e digo que mesmo os que não planejam viajar para a França vão rever seus planos para as próximas férias.

O livro parece estar fora de catálogo mas achei alguma coisa na internet. Dê uma pesquisada e compre o seu pois é mais que recomendado!

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Esta semana pude experimentar o afamado refrigerante maranhense, Guaraná Jesus. Sabendo que ele estava disponível no restaurante em que eu almoçava, não pude deixar de provar este refrigerante que é de grande orgulho do povo do Maranhão. A estória que ouço é que a engarrafadora local da Coca-Cola comprou a marca depois de desistir de tentar competir com ele.

Mito ou Realidade?

Realidade! Eu gostei bastante. É realmente diferente. O sabor que se pronuncia é de especiarias, principalmente canela. Fica um gostinho bem gostoso na boca. Sabor de guaraná quase não se nota. Deve até dar para harmonizar bacana com pratos asiáticos, marroquinos…. Imagino que, pela cor (rosa-choque!) e sabor, é ótimo para fazer drinques também. O slogan também é ótimo: “O Sonho Cor-de-Rosa”! Kkk…

Acho que poderiam comercializá-lo aqui mais ao sul também. Eu compraria sempre, mesmo preferindo os menos-doces, light. Minha filha iria adorar a cor rosa dele. Hehe…

E você, já experimentou o Guaraná Jesus? O que achou???

Já está quase na hora do almoço e quando vai chegando este horário vai pintando aquela dúvida cruel: onde vou almoçar hoje?

A verdade é que é um pouco cruel a vida daqueles, que como eu, são obrigados a almoçar em restaurantes todos os dias. No começo esta realidade é excitante. Ela traz a possibilidade de comer coisas diferentes, experimentar novidades, variar o tempero. Mas com o passar do tempo descobrimos que isso não é tão bom assim. Particularmente tudo o que mais desejo na hora de meu almoço é aquela comidinha caseira, sem grandes invenções. Comida repleta de sabor, de aconchego, acho eu que proporcionadas pelo sentimento de amor de quem as prepara (geralmente mães, avós, esposas, e outras pessoas queridas).

Nenhuma outra “confort food” é tão “confort food” quanto a boa comida feita em casa. Quando se come em restaurantes todos os dias, por melhor que estes sejam, a sensação é de que o prazer de almoçar vai se perdendo… Parece que nada que é oferecido é o que gostaríamos realmente de comer naquela hora. Fica o sentimento de que o almoço se restringiu a um simples ato burocrático de se alimentar e garantir a subsistência.

Na semana passada problemas familiares me fizeram ter que correr até minha cidade natal. Como têm sido, fiquei hospedado na casa de minha mãe. Eu que cultivava uma quase rígida dieta não tive como me conter. Foram almoços simples e memoráveis. Foi ótimo não ter que escolher restaurantes por alguns dias. Afinal, tudo o que eu podia querer estava bem ali na minha frente. Comida caseira. Comida simples, preparada com carinho. Acho que engordei alguns quilinhos. Quem se importa??? Rs…

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